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terça-feira, 9 de setembro de 2014

Vítima de cotovelada não vai contar sobre agressão para filho de seis anos: "Vou preservá-lo"

a auxiliar de produção Fernanda Regina Cézar, 30 anos, viu sua vida virar pelo avesso após a violência. Fernanda, que ainda se recupera da agressão, luta agora para tentar retomar sua rotina normal. Com dificuldades de fala e falhas de memória, a auxiliar de produção conta que uma de suas maiores expectativas é reencontrar o filho de seis anos. A criança mora com o pai e os avós em Santos, cidade no litoral sul de São Paulo, e não tomou conhecimento sobre o que aconteceu. Em entrevista ao R7, Fernanda revela que pretende preservar o filho, não deixando que ele saiba da violência nem que veja as imagens  da cotovelada, gravadas por câmeras de segurança de uma loja. Ela afirma que está com saudade do menino e que o encontro entre os dois deve acontecer nesta ou na próxima semana. — Minha expectativa está sendo enorme. 
De acordo com o irmão da vítima, o estudante de direito Eduardo Cézar, a criança completa sete anos no próximo dia 30. Na entrevista coletiva dada no último dia 5, a auxiliar de produção chegou a comentar que desejava fazer uma festa de aniversário para o garoto, que telefonou pedindo para  o tio buscá-lo, segundo o universitário. — Ele ligou nesta semana pedindo para eu ir buscá-lo. Vou ver se no fim de semana eu consigo levá-la para encontrar com ele. Eduardo Cézar diz que a família está fazendo de tudo para “blindar” a criança e não deixar que ela tenha acesso a informações veiculadas na imprensa sobre o caso. — Quando começa o noticiário, o pai dele coloca desenho, desliga a TV, o leva para dar uma volta na praia. Fernanda, que ficou dez dias internada na UTI (Unidade de Terapia Intensiva), está sob cuidados médicos em casa.  Recebe visita da neurologista duas vezes ao dia. A violência também afetou a rotina dos familiares da vítima, conforme o estudante. — Estou há três semanas sem conseguir trabalhar, só cuidando das coisas dela [...] Está tudo uma loucura. Os médicos recomendaram repouso para ela. De vez em quando, eu preciso desligar o celular.
O caso - A agressão aconteceu no dia 16 de agosto, em São Roque, no interior de São Paulo, durante uma discussão com Anderson Oliveira, 34 anos, proprietário de um bar na cidade. O impacto da cotovelada foi tão forte que a auxiliar de produção caiu e bateu com a cabeça no chão. Sem esboçar arrependimento, o suspeito permaneceu por alguns minutos no local, com o que parecia ser uma lata de cerveja em uma das mãos. Em um primeiro momento, chegou a virar de costas para a vítima caída. Ele foi preso por tentativa de homicídio qualificado. Os advogados de defesa do comerciante disseram que Oliveira está "completamente arrependido" e que não tinha a intenção de matar a vítima. A família de Fernanda está sendo representada pelo advogado Ademar Gomes, que trabalha para converter a prisão temporária de 30 dias em preventiva. Desta forma, o suspeito ficaria na cadeia até o julgamento.
Veja o momento da agressão:
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